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domingo, 16 de dezembro de 2012

À MÁ LÍNGUA





SE AS FRASES DEMAIS ADJECTIVADAS
IMPRESSIONAM, NÃO LEIA.
AINDA QUE CORTEM COMO FACAS
A CURIOSIDADE MORREU NA AREIA.

 



Se alguém se revê "À Má Língua"
que ao menos sirva de lição,
prove que quer mudar e não minta.
Seja simples colega com o coração.




(Dirigido aos funcionários/as da Incompol)





À MÁ LÍNGUA





 


 

Há falares que são da sociedade, assim-assim... uns que são!
/fazem parte dos noticiários tipo cárcere/  mas a língua velha de trapo de arame farpado com picos de cato?
Há humanos que sofrem da falta de carácter … que até mete impressão!
Tudo serve a teia velha da pirataria cangalheira da moda, reles putaria, salpicados com chalaça de cagalhão...

Nos dois sentidos fazem-me perder a razão /mentira e falsidade servidas com impressão/falsa língua-de-vaca sem coração.

A esta má-língua peçonhenta, acompanha uma ovelha ranhosa…para desabafar nela linguagem badalhoca, pois sem uma cúmplice a coisa não tinha graça o inventar de mixórdias, coisa nojenta, envenenando mal se vira costas à matraca.

A essa velha língua que gosta de emerdar, de tanto mal não sabe calar…
de tal vicio uma cegueira  com ruindade, foi lançado um enguiço à fogueira, que vai fazer cair um dente de tanta maldade, transformando uma boca cheia?
Numa cara chupada desleal… desdentada.

E quando não houver mais cremalheira?
De tantos disparates e dizeres de línguas falsas… a voz vai cacarejar como as malditas, aos soluços com espirros, antes de fazer tanta caganita nas calças.
 E nós… desaparecendo como espíritos?
Tempo de fugir do cheirete que o excremento deixa, o pivete a joaninhas… do cheiro nojento, da merda destas galinhas!





Língua de porco é grunhir…
Não é falar.
É tão feio!
Quando no meio…
Se está a cagar…
E a sorrir
com tanta fluidez desse cheiro.


Vício duro de palavras
/A matraquear como esquivas ratas.../
Que até parece normal
tanta pressa de falar mal.


Mas não é por isso que dejectam?
Sai em catapultas!
Que as cercam…
Como pulgas!
Merdas obtusas.


Um cagalhão
não é um chouriço.
Mas um chouriço comido
digerido com arte,
é um cagalhão em qualquer parte.


Assim é as personagens
deste animal sem coração.
Faça o que fizer, são selvagens!
De todas as misturas insípidas
azevinho, rastilho, silvas…

Será sempre o pivete dum cagalhão.







 Ninguém quer ser grosseiro quando se disserta sobre esta matéria, para mais esquentando a paciência numa torradeira, quando se sente a chama viva do conforto, e o partir quando chegar porque alguém deseja… será um descanso, preparando-se para enfrentar tudo.
Mesmo que esse tudo no final não dure nada… seja apenas uma boca foleira.

Para uma má-língua que não conhece (e tudo sabe na base do mal) são insensíveis tiros que magoam, coisas que se dizem por ser inventadas com maldades, e as poucas que são verdade, acabam por ser puras mentiras na maneira como são contadas.

Sinceramente, toda a situação já não apoquenta, nem tão pouco tem sentido de preocupação, a não ser às mentes insignificantes – antiquadas, na época de imprudências na apreciação que fazem.
Porque quando se persegue alguém todos os dias dos meses, com a intenção de espalhar o ridículo no ferir com ferro em brasa… por mais que se tente não se consegue evitar a tal pontinha de raiva…
Que todos se arrependam na tal arte do mal, e nos perdoe Deus a todos por sermos fracos… ou igual.



Uma má língua também tem retrato, e com ele o rosto do diabo.




Pobre diaba!
Desgraçada!
Caga na alma…
Caga! Caga!
Não deites tanto fumo do cu!
Sai do recto Belzebu!






As más-línguas também são seres parecidos com humanos.
Um dia… quem sabe, quando chegar o fim do mundo... vão reconhecer porque eram assim tão insanos, e passarão a viver com menos judiaria dum passado moribundo.

Também são muito vaidosas e convencidas, por terem a mania que são bonitas. Não se pode chamar feio a um burro, mas as más-línguas metem medo ao susto.
Se conhecerem alguma, poderão perguntar porque são tão desengraçadas?
Eu conheço uma que é tão porca, e nada bonita, tão macacoa… não é que seja importante a beleza, mas sendo tão ordinárias, badalhocas e mal dizentes, não ajuda nada... antes fosse boa pessoa. 
Mas quem nasceu ruim?
Morre assim.



Toda a bruxa têm focinho de barata tonta... quando se partirem todos os espelhos da casa… limpando com o esfregão da loiça… poderá desabafar mentindo às paredes de graça…




Espelho meu?
Quem é a mais bela das troikas?
Sou eu! Sou eu!
Solta esta cara das moscas.




 Aqui há tempos… a mente de todos /consciência/que paira no céu por entre estrelas, pensou um pouco sobre este assunto, e chegou à conclusão que tal espécie em questão, já não irrita quando se interioriza o porquê desta razão, nem tão pouco alguém quer esse mal…
A estupidez seria um mau caminho para reagir, quando a burrice está na cabeça de quem é insegura e triste.



Há pessoas que pelos caminhos escusos e pouca disciplina, por sentirem grande frustração
/quererem ser mestres demonstrando o que não são/sentem tanta decepção na sua vida, que odeiam o dia-a-dia, desprezam o cubículo onde residem, ainda por cima detestam o cachorro na sua companhia, têm tanta amargura no coração, que não sabem como sair do inferno em que vivem…

E no pensamento de todos, a causa dessa tristeza que acomete esse ser infeliz em pura fraqueza, torna o sentimento num motivo de aversão, que por ser ridículo tanta franqueza, se acaba por ter pena do indivíduo e do cão.

Todos merecemos perdão… se o arrependimento é verdadeiramente sentido pelo coração. Mas duvido. Já  vi más-línguas cagar tremoços, em vez de remorsos.

Não se é Deus nem burro,
mas perdoa-se quase tudo.
Que Ele tenha pena de quem é assim,
e que o martírio dessa alma errante
tenha um dia cura e descanse. 
Mas quem nasceu ruim?
Morre assim.




Ao cuidar do seu jardim
que nasça da flor lume
purificando ar de jasmim
e que não cheire a estrume.
 



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