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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

HINO À INCOMPOL








HINO À INCOMPOL





Meu amor se deita com o sol
tudo o que tenho a ela devo
minha amada Incompol!
Morro triste se a esqueço.


Ao sonhar como um caracol…
Quero cantar o seu hino!
Canto como um rouxinol!
É por ela que eu vivo!


Ela é a minha religião!
O meu Rei-Sol!
A maneira como respira…


Senhora do meu coração!
Deus oxigénio da vida!
Minha Sagrada Incompol!






sexta-feira, 8 de outubro de 2010

BRAZUKINHA







BRAZUKINHA




Eu conheço uma flor do outro lado
que é do lado do oceano brasileiro
é tão bela com um sorriso rasgado!
Que nunca mais sai do meu peito.


Eu conheço uma rosa doce do mar
que é do lado agridoce salgado,
é um ser maravilhoso para amar
na amizade com sentimento partilhado.


Eu conheço uma mulher apaixonada
que é a paixão de uma lágrima,
vertida com amor na hora exacta.


Eu conheço um amor do mundo ao lado
que tem um coração profundo via láctea,
cintilando pelas estrelas num pontinho exacto.














 

terça-feira, 4 de outubro de 2005

ALFACINHA








ALFACINHA




Sou natural de Lisboa, terra dos meus amores.
Da minha varanda virada para o Tejo
aqui nasci espírito impregnado de dores,
vivi casos com pecados meus de olhar cego.

Sou o que se pode chamar, um breve alfacinha
sócio da Colectividade 1885 do 3 de Agosto,
natural do 1º - setenta e sete, em Marvila,
e amante do palco, teatro da vida imposto.

Perdido na noite de luxúria e devassidão
apaixonado do Cais do Sodré e Bairro Alto,
entreguei-me à primeira concubina ali à mão.

Provador da noite, no interdito calor das vidas,
de dia um cidadão comum, do bairro sossegado,
uma cara à face da lei, noutras proibidas.